Arte Contemporânea na 29ª Bienal de São Paulo

Não tive ainda a oportunidade de visitar a 29ª Bienal de São Paulo, mas mesmo assim, a internet e os outros meios de comunicação trazem informações (e as polêmicas), que instigam as pessoas a irem conferir de perto. Confesso que também fiquei curiosa, mesmo que não concorde com algumas temáticas. Mas Arte é isso, expressão, pensamento, conhecimento, e permite a cada pessoa fazer sua leitura pessoal, discordando ou não com o que vê, ou apenas contemplando.

A obra de Nuno Ramos é que mais chama a atenção do público, causada pelos três urubus que ali estão, dentro de um espaço, bem cuidados, conforme citado em alguns sites.

Se a intenção do artista era causar polêmicas, conseguiu, está bombando na internet. E creio que pela curiosidade, muita gente vai dar uma passadinha no MAM-SP, no Ibirapuera.

http://www.29bienal.org.br/FBSP/pt/29Bienal/Paginas/default.aspx

(Sonia Ferreira)

AS IMAGENS DA UFES

Como prática da disciplina de Arte e Educação, instiguei o(a)s meus/minhas aluno(a)s a perceberem o espaço da UFES, como o lugar que estarão transitando durante os próximos três anos. Muitas vezes, passamos com pressa, sem parar para olhar as belezas do lugar, que farão parte da nossa história e das suas histórias e memórias.

A UFES tem uma bela paisagem, de um lado, logo na entrada, a presença das imagens urbanas, com asfalto, trânsito (muitas vezes engarrafado), buzinas e o barulho dos pneus dos carros, motos e ônibus que transitam por ali.

Percorrendo pelo arredores, encontramos uma manancial, que com uma diversidade de vegetação e animais, em alguns momentos, estes transitam pelo campus, fazendo a conjunção entre natureza e humano. Ambos ocupando um mesmo espaço, em harmonia.

Do alto do morro, caminho do Planetário de Vitória, dá para dar uma paradinha para a contemplação da paisagem, com uma vegetação abundante, avistando o município de Cariacica e parte da baía, com direito a ver alguns peixes subirem à superfície para respirar.

Percebemos que é possível essa junção entre natureza e sociedade, no tempo de sustentabilidade e educação ambiental visando o respeito a natureza. Enfim, um lugar á ser preservado.

(Sonia Ferreira)
2010-set-01(27)2010-set-01(26)2010-set-01(25)2010-set-01(24)2010-set-01(23)2010-set-01(21)

9km (524/1000)

Na praia de Camburi.

Quando as parcerias acontecem

Ao participar do Seminário Práticas Pedagógicas na Educação Infantil, da Prefeitura de Vitória, pude perceber que  muitos profissionais tentam fazer, e fazem a diferença nas práticas escolares. Um dos trabalhos que merecem nossas considerações, foi o trabalho dos professores Alexandre  Marchiori, Eucymara Guimarães e Giovana Barbosa, que com o intuito de estreitar as relações no cotidiano escolar, demonstraram  que o trabalho em equipe, integrando as disciplinas de Artes e Educação física, e a participação e apoio de todos é fundamental nas práticas escolares, estreitando relações e trocando experiências.  Nesse contexto todos aprendem e ensinam ao mesmo tempo. Parabenizo esses professores pela iniciativa, e que o trabalho de vocês possa despertar mais ações que permeiam o compartilhamento de ideias dentro da escola.  Para quem quiser conhecer o trabalho desses educadores, alguns vídeos foram lançados no youtube, trazendo essa ideia de compartilhar conhecimento.

(Por Sonia Ferreira)

Falando de Arte – Mondrian

Durante a graduação, muitos dos períodos artísticos e artistas me impressionaram.

E um deles foi Mondrian, que conseguiu trabalhar as formas, com cores primárias, o branco e preto.

Certo dia, o professor de arte contemporânea passou um vídeo sobre sua história, e foi a partir dele que passei a entender ainda mais suas obras.

Uma delas me chamou a atenção. Os movimentos dos carros e das luzes na cidade de Nova York. Ele admirava aquela cidade, e pode representar através das formas, geralmente com quadrados, retângulos e linhas.

Quando passei a lecionar na Educação Infantil, levei algumas de suas obras para as crianças conhecerem. E partindo da contextualização, sobre a história desse artista, trabalhamos com a técnica de colagem (recortes quadrados e retângulos) sobre papel preto. A solicitação era que representassem suas casas com aquelas formas, como fez Mondrian em Nova York. Ele pintava as sacadas dos prédios, as janelas, e o movimento da cidade.

Foi uma experiência muito significativa para mim e para as crianças, conseguiram representar de modo subjetivo o lugar em que vivem.

4km (515/1000)

Caminhada no simulador para não perder o ritmo de retorno aos exercícios.