#um_café_por_ai

Saí atrasado para a aula em Domingos Martins.  Cheguei lá e “descobri” que era dia de prova de Física, que obviamente perdi.  Para não perder a viagem ia passar no “café com prosa” para um espresso e uns quitutes, mas estava lotado.

Desci para o Centro da Praia para tomar o café na “Tabaco”.

cafe-na-tabaco-27032010

Acabei tomando 2 cafés.

3km (206/1000)

A caminhada de hoje foi na praia de Camburi.

praia-de-camburi-25032010

Carona inusitado

Eu já tinha visto em comercial de TV, mas ao vivo e em cores foi a primeira vez.

cachorrinho-de-carona-na-moto-24032010

Eu estava no semáforo e com o celular no bolso e não tive dúvidas, tirei uma foto.  Saiu tremida, pois também estava sobre uma moto.  Mas foi bom que nem precisei de “descaracterizar” o veículo e o cachorrinho motoqueiro tomou facilmente o papel de protagonista da fotografia.

Sites de pesquisa em Artes

Alguns sites de pesquisa em Artes que podem servir de fundamentação do professor (seja de Artes ou não) tem conteúdos importantíssimos para agregarmos ao nosso conhecimento, alimentando-nos seja na contemplação ou na leitura (imagética, de mundo, textual…).

Sirvam-se…

  • O Itaú Cultural disponibiliza conteúdos importantíssimos sobre arte, passeando por diversos tempos da arte. Na pasta “Artes Visuais” encontrarão um gama de informações sobre momentos importantes da Arte, os movimentos, os artistas com biografia e obras, dentre outras. Vale a pena dar uma passadinha lá. A pesquisa no site pode ser feita por ordem alfabética, conhecendo os     termos e conceitos. Conteúdos que podem fundamentar professores, alunos, e qualquer um que queira “nutrir-se” estéticamente.

http://www.itaucultural.org.br/

  • O Site Arte na escola traz alguns textos, experiências compartilhadas, que servem de subsídio para o professor fundamentar-se. Além disso, é um canal para questionamentos, debates, dentre outras ações que acontecem para interação entre professores. Vale a pena acompanhar. Estão sempre inovando.

  • O site abaixo tem conteúdos que foram elaborados por crianças de diversas idades, partindo de pesquisas em internet, intercâmbio entre escolas. Faz parte do PROJETUR – Projeto sobre o Turismo Escolar, desenvolvido pela Profa. Jurema Tonini, professora da Rede Municipal de Vitória-ES que estimula os alunos com propostas variadas, sempre no horário contrário das aulas, deixando assim o tempo ocioso para trás, com aulas de pesquisas em internet e em livros, inglês, espanhol, artes. Além de proporcionar a esses alunos (as) conhecer o Patrimônio Histórico Cultural do Espírito Santo e os atrativos das cidades, os leva a conscientização de preservação dessas “belezas”, enquanto história e memória.

http://www.iia.com.br/guias/index.asp

  • A decáda de 80 foi um período muito importante de mudanças nas Artes. Período em que a história política do Brasil passava por transformações, passando do militarismo, seguindo para as diretas já, que desencadeou a queda da ditadura militar. No mundo eclodia a AIDS, dentre outros acontecimentos de mudanças mundiais. E no Brasil não foi diferente. Diante da crise financeira, os artistas passaram a experimentar materiais mais “baratos” e dividirem ateliês, para dimunir os custos. Além de se expressarem sem ter o perigo de serem “massacrados” pela ditadura, a censura não era mais tão severa. Foram vários artistas que se despontaram, tendo suas obras apresentadas em vários países. Um desses foi Leonilson, artista nordestino, que residia em São Paulo, tinha uma proposta de tabalho muito subjetiva, que traduzia a sua vivência entre os bordados, a religiosidade e os experimentos. Trabalhou até quase os últimos dias de vida. Trabalhou intensamente. E esses trabalhos, como biográficos, estão relacionados no site “projeto Leonilson”, organizado pelos seus familiares. Vale a pena conferir.

    www.projetoleonilson.com.br/

Outros artistas:

  • Artista capixaba

  • Attílio Colgnago – Professor da UFES. Seus quadros têm uma linguagem poética, com requinte e beleza. Como grande admiradora de sua obra e da pessoa que é, fica difícil falar desse “mestre” com o qual tive a oportunidade de ter aula de “Meta” – construção de tintas e lápis pastéis. Fica aqui o link para conhecerem um pouco do grande acervo que tem.

http://attilio.da.ru/

  • Joyce Brandão – professora que me estimulou a desenhar. Na disciplina de desenho 4 me descobri. Adoro fazer meus desenhos com lápis conté, os lápis com graduações 6b, 9b, e os pastéis. Seus desenhos sã fantásticos, e sua forma de dar aula estimula ainda mais os alunos. Lembro-me das aulas de campo, em que as visitas à Pedra da Cebola (um parque botânico em Vitória/ES), me fazia viajar por entre as cores, as formas e a natureza ao redor e os lápis e papel. Além dos lanchinhos que fazíamos, que se confundiam com as brincadeiras e trabalho de fato. Confiram alguns trabalhos de Joyce e apreciem…

http://www.joycebrandao.hpg.ig.com.br

  • Alguns museus virtuais podem proporcionar uma visitação virtual, com acervos próprios e pesquisas on line.

http://www.mac.usp.br/mac/index.htm

http://www.macniteroi.com.br/

http://www.mac.pr.gov.br/

http://www.mamrio.com.br/

http://www.mam.org.br/2008/portugues/default.aspx

Museu do Louvre em Paris – http://www.louvre.fr/llv/commun/home.jsp?bmLocale=en

Museu Arte Latino Americano de Buenos Aires – http://www.malba.org.ar/web/home.php

http://www.museuvale.com/

http://www.secult.es.gov.br/?id=/espacos_culturais/hotsites/maes/capa

http://www.pinacoteca.org.br/

http://www.museuhistoriconacional.com.br/

Alguns links dos museus do Brasil estão disponíveis neste site:

http://www.museus.art.br/brasil.htm

Já é um bom começo para uma boa pesquisa.

Divirtam-se e apreciem.

(Sonia)

4k (203/1000)

Mais alguns quilômetros no simulador de caminhadas (não sei o que faria sem ele?), mas amanhã vou separar um tempinho para uma caminhada ao ar livre, provavelmente na praia.  Passei dos 20% da meta da distância a ser percorrida até o fim do ano.  Nos primeiros 100km deixei para trás 6kg.  Amanhã vou medir a massa e ver quantos eliminei dos 100km aos 200km.

Internet, Escrita, Leitura, Linguagem e Possibilidades

Numa breve visita à história da humanidade é fácil perceber que a mudança no suporte da escrita sempre provocou alterações na relação do homem com a leitura, com a linguagem e ainda provocou reflexos significativos em sua Cultura. Saímos da escrita nas paredes, para os tabletes cerâmicos, fomos para o papiro e os couros de animais, e em seguida para o papel. Hoje é difícil imaginar uma superfície “não escrevível”. Além disto, temos esse meio “virtual” oferecido pela internet.

Imaginemos o seguinte: para se ler em paredes tínhamos que estar a sua frente; blocos cerâmicos e papiros já poderia ser transportados, mas não deveria ser das tarefas mais fáceis; o papel foi um divisor de águas e com ele conseguimos não apenas uma melhoria no suporte, mas outra de valor muito superior: a mecanização do processo de produção do texto escrito a partir do uso da prensa de Gutemberg.

Toda esta mudança – que caracterizo como evolução – proporcionou transformações significativas nas sociedades em que ocorreram.  Quando pensamos sobre as transformações na relação do homem com a leitura e com a linguagem provocadas pela internet e os modernos meios de comunicação, não há como não nos sentirmos privilegiados por estarmos vivendo nesta época.

Se com a invenção de Gutemberg conseguimos um ganho com a impressão em larga escala, com a internet e os meios de comuminação atuais conseguimos dissociar a mensagem, o texto e a idéia do suporte físico com a possibilidade de compartilhamento em níveis nunca antes sequer imaginados. Se antes tínhamos limitações física de transporte hoje se consegue transferir volumes de livros em quantidade superiores ao da famosa biblioteca de Alexandria em fração de segundos de um lado a outro do planeta. Se antes uma descoberta revolucionária demorava anos (as vezes décadas) para chegar a um outro continente, hoje verdadeiros repositórios enciclopédicos estão à distância de meia dúzia de cliques para qualquer estudante do ensino médio. Da mesma forma, dependendo de sua localização geográfica, etnia, origem cultural e posição social (só para citar alguns condicionantes) era muito difícil “se fazer ouvir” e expor suas ideias. Hoje qualquer um de nós pode ter um site, blog, vlog, msn, e-mail, endereço skype e outros endereços “malucos”, e a partir dele se manifestar.

Este universo de possibilidades catalisa o processo de criação de um imenso volume de mensagens, ideias e textos, que são enviados, compartilhados, criticados e contestados em “tempo real”. As alterações são inevitáveis… e bem vindas. As vezes sem perceber estamos construindo novos mnemônicos, novas palavras, novas expressões, novas linguas, e um novo mundo.

Estou inclinado a acreditar que a internet e os atuais meios de comunicação estão alterando a relação do homem com a leitura, com a linguagem e com o mundo a um ponto nunca antes alcançado, e talvez mesmo sequer imaginado.  Vamos ver no que isto vai dar… ou melhor seria dizer “Vamos lá fazer o que será“?