Prêmio Arte na Escola cidadã 2018

Em 2018 tive o privilégio de participar deste evento (Prêmio Arte na Escola Cidadã 2018) na categoria Educação Infantil. O prêmio que teve sua 18ª edição, teve como proposta a obra da artista Sandra Cinto. Foram 5 ganhadores nas categorias Educação Infantil, Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos. Esse “encontro das águas” e de pessoas tão especiais marcaram momentos em nossas vidas. Um encontro de professores sonhadores com momentos marcantes para além da premiação.

Na obra Encontro das Águas, a artista Sandra Cinto realiza um mural de escala monumental, usando o desenho como linguagem. A representação congela um instante de um mar revolto, formado por delicados e contidos gestos, onde cada traço torna-se gota, e onde cada gota também é mar.” (http://artenaescola.org.br/hotsites/premio2018/?p=artista)

Evento de premiação Arte na Escola - 2018
Evento de premiação Arte na Escola – 2018

Família
Família
Bianca Caroselli, eu e a secretária Adriana Sperandio
Bianca Caroselli, representando o CMEI Santa Rita, eu e a secretária Adriana Sperandio

Sonia - Educação InfantilSonia Ferreira – Educação Infantil

Rosângela Accioly - Ensino Fundamental II

Rosângela Accioly - Ensino Fundamental I

Andréa Avona

Andréa Avona - Ensino Fundamental II

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Jacson Matos - Ensino Médio

Jacson Matos - Ensino Médio

Marcos Antonio dos Santos - Educação de Jovens e Adultos

Marcos Antonio dos Santos - Educação de Jovens e Adultos

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Projetos

Sonia Maria de Oliveira Ferreira - Em busca de sonhos: para além das imagens

Educação Infantil

CMEI Santa Rita de Cássia (Vitória/ES)

Rosangela Accioly Lins Correia- África aqui, acolá. África em todo lugar!

Ensino Fundamental I

Escola Municipal do Loteamento Santa Júlia ( Lauro de Freitas/BA)

Andréa Mendes Avona – Uma viagem com Ariano Suassuna pela Cultura e Arte Nordestina

Ensino Fundamental II

Colégio Municipal Governador Mário Covas Júnior ( Santana de Parnaíba/SP)

Jacson Silva Matos – Projeto Conteúdos

Ensino Médio

E. E. Prof. Fidelino de Figueiredo ( São Paulo/SP)

Marcos Antonio dos Santos – Autorretratos: tecendo histórias e memórias

Ensino de Jovens e Adultos

Centro de Educação de Jovens e Adultos – CEJA ( Criciúma/SC)


É possível acessar os projetos ganhadores no link abaixo da página do Instituto Arte na Escola. Estes estão também em audiodescrição e em libras.

http://artenaescola.org.br/hotsites/premio2018/?p=vencedores

(Por Sonia Ferreira)






REMADA OCEÂNICA- Passeio à Ilha do Capote

Véspera de natal a escola de remo Jardim Camburi VA’A organizou uma remada de 19 Km até a ilha do Capote, seguindo do final da praia de Camburi, em Jardim Camburi-Vitória/ES, com o objetivo de avistar a ilha de perto, contemplando a paisagem da Praia de Itaparica em Vila Velha e arredores. Foi muito divertido e emocionante. Compartilho alguns desses momentos capturados e editados pela câmera Go Pro de Marcelo Sossai, e imagens capturadas do drone de Luciano Calezani.  O verão chegou com a corda toda, e aproveitamos cada momento nessa escola, que se tornou um lugar de encontro de amigos.

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(Post by Sonia)

Dia das crianças: remada das crianças na Praia de Camburi – Vitória/ES-2017

Dia 12 de outubro de 2017 foi muito especial para o pessoal da escola de remo JCVA’A. Os participantes da escola resolveram fazer um encontro na praia logo cedo,com um belo café da manhã compartilhado e passeio de Canoa Havaiana com as crianças, tanto das famílias como com crianças que estavam frequentando a praia. Foi muito especial poder proporcionar às crianças um dia divertido.

Nas fotos abaixo podemos ver a alegria das crianças, adolescentes e adultos, que curtiram a beça.

Dia das crianças

Dia das crianças

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(Post by Sonia Ferreira)

PASSEIO ECOLÓGICO ALPHAVILLE JACUÍ – CANOA HAVAIANA JC VA’A

Participamos do passeio ecológico Alphaville Jacuí, saindo da nossa base que fica localizada no final da Praia de Camburi, atrás do módulo de Educação Física da Prefeitura de Vitória, rumo ao município da Serra, via Manguezal, contemplando a baía de Vitória.

Começamos o nosso passeio as 6:00h e seguimos para a largada ao lado do Iate Clube, na Praia do Canto. O dia estava chuvoso, com vento e muita nebulosidade, e prometia continuar assim, mas, em alguns momentos, a chuva deu uma trégua e pudemos desfrutar do sol. Na volta, a chuva e o vento voltaram, mas com garra e determinação remamos e nos superamos.

Ano que vem terá mais uma etapa e, se Deus quiser, estaremos nesse evento novamente. Agradecimentos especiais ao Capitão Amarildo Louback que nos conduziu na canoa para esse passeio, em pleno domingo. Foi muito divertido, além de podermos contemplar a natureza ao redor da nossa Cidade de Vitória.

Abaixo as imagens que representam o início, meio e fim de nosso passeio.

(Post e fotos by Sonia Ferreira)

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BUENOS AIRES – VALE A PENA CONHECER

Nossa viagem para Buenos Aires foi incrível. Essa é a segunda vez que viajamos (junho 2012)  para a Argentina, e ainda ficaram muitos lugares a serem explorados.

Não demora tanto,  de Vitória até Buenos Aires levamos cinco horas ao todo, com conexão no Rio de Janeiro. A  lanchinho do avião é que poderia ser um pouquinho mais reforçado.

Asa do avião nos céus do Brasil

Asa do avião nos céus do Brasil

Lanchinho do avião - Polenghinho, torradas, bolinho e suco...estava com uma fome.

Lanchinho do avião - Polenguinho, torradas, bolinho e suco...estava com uma fome!.

Uma boa dica de viagem é fazer uma pesquisa sobre preços de hotéis no google, em sites como malapronta e decolar. O hotel que ficamos é muito bom, o Dos Congresos. Ele fica em frente ao Congreso de La Nacion, no centro, na Avenida Rivadávia. A localização é boa, com uma estação do metrô aproximadamente  a 50 metros.

No centro encontra-se a Casa Rosada, a Catedral, a rua Florida (para compras), bancos,  Café Tortoni, dentre outras atrações. A propósito, cafés são centenas opções, perdi a conta.

Nossa viagem começou na quinta, com conexão no Rio. Quarenta minutos de Vitória ao Rio, depois mais três horas aproximadamente até Buenos Aires, (aeroporto de Ezeiza). Chegamos ao Hotel De Los Dos Congresos. A visão do hotel é muito boa. Dá para ver o prédio, a praça e as ruas paralelas. Embaixo dele tem dois restaurantes, um menorzinho e o outro maior e com uma infraestrutura muito boa. Ambos tem um excelente atendimento e comida farta. Para uma noite mais geladinha, o melhor é ir no maior, da esquina, que tem portas de vidros, algumas mesas com bancos acolchoados, e se pedir uma sopinha, eles até fazem.  As empanadas não podem faltar, é uma delícia.

O hotel tem um elevador antigo. O quarto que ficamos (acho que todos são assim) é de madeira, com banheira e um mezanino para famílias maiores. No café da manhã, a média luna (salgada e doce) é “mui preciosa”.

A iluminação do quarto é que é escura, mas para quem quer utilizá-lo apenas para descansar das andanças pelas ruas, a luminosidade só atrapalha.

Logo do hotel na toalha de banho

Logo do hotel na toalha de banho

Congreso de La Nacion Argentina- foto de Sonia Ferreira

Congreso de La Nacion Argentina- foto de Sonia Ferreira

Dos Congresos - Buenos Aires - foto de Maria Clara Ferreira

Dos Congresos - Buenos Aires - foto de Maria Clara Ferreira

Antigo café e moinho ao lado na outra esquina do hotel (um prédio abandonado)

Antigo café e moinho ao lado na outra esquina do hotel (um prédio abandonado)

O interessante da foto acima  é o detalhe do pombo que voava, fazendo parte do contexto, como pousando para foto.

Entrada do Hotel

Entrada do Hotel

Na sexta, dia seguinte da nossa chegada, seguimos para a Rua  Florida a fim de fazermos umas comprinhas, mas pelo visto, não estava muito bom par comprar, apenas para apreciar.

Rua Florida e um espetáculo de tango à ceu aberto (e frio).

Rua Florida e um espetáculo de tango à ceu aberto (e frio).

No sábado, um passeio em Palermo para a corrida no bosque, com uma temperatura de 6º e sensação de 3º (Muito friiiiooo). Foi muito legal. O bosque é lindo. Como a corrida foi um evento específico, vale a pena fazer um passeio, tirar fotos e ainda praticar exercícios como caminhada e corrida.

À noite, uma volta no Shopping Abasto dá para escolher o que quer comer em um dos três andares de praça de alimentação, fazer umas comprinhas e ainda levar as crianças para brincar no parque de diversões que fica dentro do shopping. Do lado de fora tem um rede de supermercados (se não me engano, o Disco) e uma casa de Show de Tango, cafés e lojas.

O passeio pelo trem Expresso, e na lanche pelo Rio Del Plata foi um dos melhores passeios  que fizemos.

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Um cafézinho a bordo.

Um cafezinho a bordo.

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Na cabine, antes de embarcarmos no barco.

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Copiando a fala de Álvaro Garnero: “Essa ainda não minha Buenos Aires” (rsr). Muito ainda a explorar as belas paisagens.

(Sonia)

Relendo Imagens

O projeto “Relendo Imagens, atribuindo significados: as cidades que devem ser esquecidas”, foi construído no ano passado por Gerda Schütz-Foerste, Raquel Conti e Sonia Ferreira, com o intuito de promover a interação entre professores de Artes e História, num curso de Formação de professores na Escola da Ciência, Biologia e História – ECBH.

Esse curso além de promover essas interações, traz a discussão entre o apagamento de memória e as marcas que ficam  na Cidade.

Conhecer a História da Cidade e suas marcas de sua memória é uma importante reserva de conteúdo para o professor, que poderá mediar suas aulas, conscientizando seus alunos da necessidade da preservação da memória e do Patrimônio Histórico-Cultural.

A Praça João Clímaco, antigo Largo da Misericódia, localiza-se no topo da cidade de Vitória-ES, onde está instalada a sede do governo, o Palácio Anchieta (antigo Colégio e Igreja São Thiago) e o Palácio Domingos Martins (antiga Igreja da Misericórdia), que foi sede do Congresso Legislativo/ Assembleia Legislativa.

Essa praça foi palco de encontros, festejos religiosos e cívicos. Entre 1910 e 1912, o Colégio e Igreja de São Thiago passou a ser sede do governo, e a Igreja da Misericórdia demolida deu lugar ao Prédio do Congresso Legislativo.

Essas são umas das marcas deixadas pelo governo Jeronimo Monteiro, que a fim de trazer a modernidade para a cidade de Vitória, “reconstrói” a sua  arquitetura, levando em conta os estilos que estavan sendo empregados em outras capitais e países à aquela época.

O estilo colonial dá lugar ao eclético (uma mistura de estilos). A porta da Igreja São Thiago é fechada, as torres  retiradas, abrindo-a em direção ao Porto de Vitória.

Todas as mudanças foram fotografadas pelas lentes de dois fotógrafos que acompanharam Jerônimo Monteiro, Lucarelli e Acersislau Soares. Esse último foi o que mais fotografou a Praça e suas transformações, no período de mencioando.

Fazer uma leitura desse espaço me traz um saudozismo “vivido” e um “não-vivido”,  que foram registrados e congelados na fotografia.  A imagem me envolve de tal forma que viajo no tempo, como se tivesse visto essas transformações de perto. Isso é meio “louco”, mas para mim, a fotografia tem esse poder.

Muitas vezes me vejo admirando algumas fotos antigas, e comparando-as à atualidade  fico imaginando como viviam as pessoas desse lugar. Apesar de terem um saneamento  precário, tinham um mar mais limpo, um ar mais puro. Algumas “deficiências” superavam as outras. Assim como é hoje.

As transformações são necessárias para atender nossas necessidades, expectativas de vida, dentre outras inúmeras razões. Mas será realmente necessário ao transformar os espaços, apagar as memórias?  será que ainda estamos buscando a perfeição, a mimese, copiando  estilos de outrem, esquecendo nossa história e identidade? Há de se pensar e ter um cuidado especial com as construções exarcebadas que de certa forma apagam a paisagem, e deixam apenas o saudozismo e contemplação de fotos antigas.

“Nada do que foi será do jeito que já foi um dia, tudo passa, tudo sempre passará[...]” (Lulu Santos e Nelson Motta)

Como parte do projeto,  fizemos  um vídeo que pretende  mostrar  parte dessas  transformações e as marcas contidas no nosso objeto de estudo: A Praça João Clímaco. Fica aqui o convite para ver, ler e visitar a Praça e seu entorno, encontrando as marcas da nossa história “Capixaba”.

(Sonia Ferreira)