TCC – dicas de elaboração I (TEMA/TÍTULO)

A disciplina de TCC é a consagração de um curso, onde o aluno registra conceitos, história e conhecimento de um determinado assunto que faz ligação a alguma disciplina ou tema abordado  do qual tem afinidade. Essa deveria ser no mínimo a melhor escolha, pois assim fica mais fácil de se defender uma ideia, já que é algo do qual se acredita.

Para a construção de um trabalho de conclusão de curso ou monografia, há vários livros sobre metodologia que mostram o caminho básico para a elaboração do texto, desde a capa, contra-capa, referências das imagens à referência bibliográfica. Como profissional da educação, e partir da experiência em orientações de  TCC e na construção pessoal de trabalhos realizados dessa natureza, aí vão algumas dicas  para a elaboração, baseada em alguns desses autores e orientações das quais tive a oportunidade de ter, que me foram valiozíssimas.

O tempo destinado ao TCC geralmente são dois semestres (para graduação), o primeiro dedicado para o tema, pesquisa de campo, agrupamento e coleta de dados, e no segundo, a descrição, redação e formatação do trabalho para defesa final.

Parece simples, mas não é. Se o aluno não seguir o passo a passo e se organizar, ficará muito complicado no final, e consequentente o resultado pode não ser satisfatório.

O primeiro passo é a escolha do tema. Geralmente o TCC é ofertado como  últimas disciplinas do curso, dando a oportunidade do aluno refletir sobre o que ja estudou, a aproximação de algum trabalho desenvolvido, alguma pesquisa ou afinidade a uma temática específica.  Buscas na internet sobre temas que interessam ao aluno também pode ajudar.

Uma das preocupações dos professores de TCC atualmente são as cópias indevidas ou CTRL C – CTRV. A facilidade de encontrar trabalhos prontos na internet aguça o desejo de algumas pessoas a “copiar e colar” textos, imagens, sem os devidos créditos. Isso é muito preocupante, o que leva os professores a terem um trabalho a mais de “garimpagem” a fim de orientar o/a aluno/a a seguir as normas éticas, dando o crédito aos respectivos autores.  É de suma importância citar a fonte, seja de um livro ou site, há de se colocar o nome do autor, a página, a data ,  acrescentando ainda o link e a data de acesso quando for de sites,blogs ou afins.

Tema ou título:

Deve ser um convite ao leitor para adentrar dentro do texto. Em apenas uma frase, ele direciona do que se trata o conteúdo do trabalho de forma sucinta, direta e clara.

Um  tema, voltado para o curso de Artes por exemplo poderia ser:  A obra Guernica de Pablo Picasso: leitura estética e histórica por vários sujeitos na exposição do museu X.

Bem, a delimitação do tema, nesse caso, direciona a uma determinada obra “Guernica de Pablo Picasso”.  Diz ainda que no trabalho terá uma leitura estética feita por vários sujeitos (que podem ser os visitantes da exposição X).  Entendendo que o pesquisador/aluno foi a esse local, observou as pessoas que estavam contemplando a obra e delas coletou informações. Pode-se imaginar também que o pesquisador/aluno além desses sujeitos, ele mesmo passa também a compor esse núcleo de sujeitos que fará uma leitura prévia da obra (estética e histórica), baseando-se em outros sujeitos/autores.  A partir do tema escolhido ou título (provisório)  fica mais fácil seguir em frente na construção paulatina do TCC. Isso não quer dizer que o título será o mesmo até o final do trabalho. O caminho, no decorrer da pesquisa, pode tomar outro rumo e o título pode sofrer modificações, mas a essência do que se quer pesquisar dá a oportunidade de juntar partes, tirar outras até o ajuste final.

A capa e contracapa

Como falamos de tema/título, acrescento a formatação da capa e contracapa -

No topo vem o nome da Universidade/Faculdade (centralizado), em seguida, no próximo parágrafo o Departamento do qual seu curso é vinculado, a seguir seu nome completo. Geralmente, usa-se a fonte arial ou times new roman. Uma vez utilizado uma fonte, será ela até as referências. Não pode-se variar. O tamanho dela para a capa/contracapa é de 14. Centraliza-se na folha o titulo do trabalho em maíusculas, NUNCA colorido, entre aspas ou ítalico. A fonte deve ser de cor preta. Na base vem o local e ano (centralizados). Na contracapa, reprete-se tudo, incluindo o recuo do centro à margem direita, entre o título e o local e data, as especificações do trabalho: “Trabalho de Conclusão de Curso I ou II, apresentado ao Departamento X, da Universidade/faculdade X, para obtenção da titulação de………..sob a orientação do/a professor/aX. Esses dizeres variam de uma universidade/faculdade, mas  o princípio é esse.

(Nome  fictício contido na capa e contracapa)

TCC (01) – exemplo de capa e contracapa

(Post seu comentário, caso esteja fazendo seu TCC, fique a vontade para fazer perguntas, assim que puder, darei o retorno aqui mesmo).

Até a próxima dica.

Att

Sonia

# Teoria dos Conjuntos – conhecimentos Básicos

Conjuntos – agrupamento de elementos, quantidade, tamanho, número, letra entre outros.
Elementos – um objeto que compõe o conjunto.

Identificação do conjunto:

1 – Por uma letra ou qualquer outro caracter identificador e com os elementos dispostos entre chaves.

A = { amarelo, azul, vermelho, verde}

2 – Destacando a propriedade comum a todos os seus elementos.

A ={ x| x  é uma cor e começa com v}
B = { x|x é um dia da semana}

x|x é lido “ x tal que x”

3 – Pelo diagrama de Venn, que é a maneira visual de apresentar os conjuntos, que é uma diagramação em forma plana dos estudos de John Venn.
Diagrama Venn

Tipo de conjuntos

1 – Finito: conjunto que tem número determinado de elementos.

ex { x|x >5 e X< 10} ou { 5,7,8,9}

2- Infinito: conjunto que possui números indeterminados de elementos, não diz quando acaba.

ex N = { O,1,2,3…}

3 – Unitário : conjunto que possui 1 elemento só.

X= {1}

4 – Conjunto vazio: Um conjunto que não tem elementos, é representado de 2 formas, um 0 cortado, ou
duas aspas sem nada dentro {}.

Símbolos para Operações com conjuntos Numéricos:

tabela simbolos

O símbolo de pertence e não pertence são ultilizados quando se quer comparar um elemento com outro, já os de estar contido e contém quando comparam um conjunto com um elemento ou outro conjunto,  funcionam como os  < e o >.

No proximo post, eu trago para vocês a continuação do estudo da teoria dos conjuntos e ao final de toda ela trago os exercícios.

(por Catharina)

# Introdução a história dos números e Números Romanos

História dos  Números

Ao comerçar estudos de matemática, é sempre bom relembrar conceitos básicos de números que estão ligados a evolução da humanidade, que em todas as épocas se encontram a noção de número nas pessoas para relacionar a comparação, acrescentar ou diminuir alguma coisa, estava de alguma forma direta ou indireta ligado a isso.  Possivelmente a prática de  contar os números  surgiu a partir das atividades de contagem de animais,  formação de tribo ou agricultura.

Houve vários relatos ao longo da história como por exemplo : Marca de barro, contar nos dedos, contar nos nas cordas ou até mesmo com pedras.

Com o tempo passando, as atividades humanas fizeram com que as contagens maiores ficassem cada vez mais necessárias para o dia a dia, por isso surgiu o sistema de numeração, para facilitar a contagem.

Alguns conceitos importantes :

Número é uma ideia.

Quando usamos um símbolo para representar uma ideia, passamos a ter um numeral.

Por uma questão usual chamamos um numeral de número no cotidiano.

Sistema de Numeração Romano

Foi criado com letras do alfabeto, que representam assim :

blog

Pontos a se destacar:

*O número 4 e o número 6, representamos de forma diferenciada por que quer dizer IV = 1 -5 = 4 , já o 6, é de V 1 = 5 + 1

*O I pode ser representado ate 3 vezes ao lado de qualquer outro número, a parti de 4.000 escrevemos IV com traço em cima.

Outra coisa a se destacar é o 40 que é escrito como XL = 50-10 ou 90 = XC = 100- 10.

Exercicio para download: site: Download

(fonte site mandico.net)

Videos da história da matemática!

(Por Catharina)

Dica ~> www.livemocha.com

pagina inicial do live mocha (menor)

Para quem quer aprender uma língua rapidamente, mas sem sair de casa… conheço um site muito bom. Se chama livemocha, lá você aprende a língua que você quiser, e de graça.Você pode também, conversar com outros participantes, tanto nativos  como que estão aprendendo outra língua. Eu gostei desse site, e espero que vocês tambem gostem.

Coelho?

doll-stick#2 (andarape)

Eu fiz uma ilustração de uma piada no paint, espero que gostem.

Vai uma dica ai: Revolta da Vacina

Revolta da Vacina

Fonte da imagem: Publicado por Malu Lopes- Disponível em: http://maallulopes.blogspot.com/

A Revolta da vacina aconteceu entre 10 a 16 de novembro de 1902, no Rio de Janeiro. Ccomeçou por causa da campanha de vacinação obrigatória contra Varíola feita por Oswaldo cruz, no período republicano do Brasil.

Naquela época ( século XX) o Rio de Janeiro tinha muitos problemas urbanos, comoa  falta de saneamento básico, falta de limpeza nas ruas, despejo de resíduo em locais indevidos, por isso,  muitas doenças eram populares, como: tuberculose, sarampo, tifo, hanseníase, que geravam epidemias constantes. Algumas epidemias populares  que estavam se alastrando  era a febre amarela, varíola e a peste bubônica.

Por esse grande nível de doenças, o presidente da época Rodrigues Alves, ordenou ao prefeito Pereira Passos e ao médico Oswaldo Cruz a colocarem em prática um projeto sanitário para erradicar as doenças.

Então, foi colocada em prática  a reforma urbana, chamada de “BOTA BAIXO”  em lugares sujos e precários, demoliram os velhos prédios, e deram lugares para grandes avenidas e jardins, além de instalarem o saneamento básico e a limpeza da cidade. A população de baixa renda  foram obrigadas a sair de suas  casas a força,  o que as levou a se instalarem em morros e periferias, iniciando a formação das “grandes” favelas do Rio de Janeiro.

Naquela época,  Oswaldo cruz assumiu a  direção geral da saúde publica, criou brigadas mata mosquito, organizou grupo de funcionários para iram as casas desinfectar e exterminar o mosquito transmissor da febre amarela, também fez campanha de extermínio de ratos ( transmissores peste bubônica), desintectando a cidade com  raticida.

A população,  ao invés de estar do lado do governo, se revoltou contra essas medidas, como se descreve nesse trecho da manchete de um jornal. “ Tiros, gritaria, engarrafamento de trânsito, comércio fechado, transporte público assaltado e queimado, lampiões quebrados a pedradas. Destruição de fachadas de edifício públicos e privados, árvores derrubadas e o povo do Rio de Janeiro revoltado contra o projeto de vacinação obrigatório proposto pelo sanitarista Oswaldo cruz (14 novembro de 1904).”  Como se pode ver,  não teve uma resposta boa da população, que no dia 10 de novembro começou manifestação estudantil, que foi tomando maiores dimensões, e  no dia 12 seguinte,  houve  outra manifestação em frente a ao Palácio do catete ( a sede do Governo federal da época). A população travara um batalha contra o governo.

A reação popular fez com que o governo desse uma parada com a obrigatoriedade da vacina e declarou estado de sítio no dia 16 de novembro, assim a rebelião pode ser contida. Muitas pessoas foram presas, depois de controlar a situação,  a obrigatoriedade foi feita novamente, e pouco tempo depois a varíola foi erradicada.

fontes (textos e imagens): http://vacinar.net/site/historia-da-vacina.php,http://maallulopes.blogspot.com


(Por: Catharina)

# Vai uma dica ai : Oswaldo Cruz

Oswaldo cruz

Mais conhecido como Oswaldo Gonçalves  Cruz ( São Luiz do Paraitinga, 5 de agosto de 1873 – Petrópolis -11 fevereiro 1917). Foi um grande cientista, médico bacteoriologista, epidemologista e sanitarista, que marcou a história brasileira.


Um dos primeiros a estudar as moléstias Tropicais e de medicina experimental no Brasil.


Dirigiu a campanha contra febre amarela, estudou condições sanitárias do vale do rio amazonas da região estado de ferro madeira-Mamoré.

Fundou o instituto soroterápico nacional no bairro de Manguinhos, no Rio de Raneiro, que posteriormente se transformou no instituto Oswaldo Cruz, respeitado em vários países.

Histórico:

Nasceu no interior de São Paulo, fez faculdade de medicina na cidade dos pais,  Rio de Janeiro de 1887 a 1892. Já em 1896 foi estagiar fora do país, em Paris no Instituto Pasteur ( sendo discípulo de Emili Roux).  Em 1899 já estava de volta ao Brasil e organizou em sua cidade natal combate ao surto de peste bubônica em Santos, e outras cidades portuárias ao lado, mostrando para o governo que não havia medicação aquedada (soro) para ajudar a população, e a partir disso, propôs a criação de um instituto para fabricar o soro.


Com essa proposta de ignição para criação do instituto soroterapico federal, passou a dirigí-lo  a partir de 1902.


Em 1904, assumiu a direção geral da saúde pública e iniciou trabalhos para exterminar mosquitos ( “ Batalhões mata – mosquito”) e ratos transmissores de doenças. F icou conhecido por coordenar campanhas de  erradição da febre amarela e da varíola no RJ.


Em 1904,  fez outro feito muito importante, convenceu o presidente  Rodrigues Alves a decretar a vacina obrigatória, o que gerou um reboliço no povo, rebelião de populares e da escola militar. O povo considerava isso uma invasão a suas casas e a tomada de uma vacina forçada. Essa rebelião foi conhecida e  marcada como  Revolta da Vacina.


Dados em foco:

Na época era considerada uma das cidades mais sujas do mundo, porque boletins sanitários  relatam que a saúde pública em um mês visitou 14.772 prédios, havia tais descrições:

  • limpas -  2.091 calhas e telhados

  • 2.328 focos de larvas

  • 17.744 ralos

  • 28200 tinas

  • lavou 11550 caixas automáticas e registros

  • 3.370 caixa d’águas sujas

  • 173 sarjetas sujas

  • retirou

  • 6.559 baldes de lixo dos quintais de casas e terrenos

  • 36 carroças de lixo

  • Gastando 1.901 litro de petróleo.

Apesar de todos esses feito, ainda assim, ele foi apontado como inimigo do povo. Desse modo, podemos ver a hipocrisia humana, que o bombardeou em revistas, jornais, rádios e até em modinhas de carnaval. Esse ódio não chegou somente na expressão pela palavra, mas também houve outro fato a Revolta dos quebra- lampiões , em que a própria população saiu quebrando a cidade, por  ignorância.

Em 1909 foi homenageado por Carlos chagas, descobridor do protozoário  tripanossomade americana (causador da “doença de chagas”), batizando-o de “Trypanosomo cruzi” em homenagem Oswaldo cruz.

( fontes: texto e  imagem de Oswaldo Cruz: Disponível em:  http://sirinapxo.blogspot.com/)

(Por: Catharina)

Meio dia para pensar (17/10/2011)

Como dizia o gato:  Para quem não sabe para onde vai qualquer caminho serve.

(Lewis Carroll, na verdade o matemático Charles Lutwidge Dodgson, dando voz ao gato de “Alice no País das Maravilhas”)

# vai uma dica ai – Grandes Matematicos: George Cantor

George Cantor ou Georg Ferdinand Ludwig Philip Cantor , foi um russo matemático muito que ficou muito conhecido por inovações matemáticas dos últimos séculos,  um dos que se deu mais destaques foi a teoria do conjunto.Ele nasceu em St. Petersburg , 5 março de 1845 e faleceu a alemanha 6 de janeiro de 1918.

Deixou a Russia bem pequeno, e foi com a família para Alemanha, estudou em vários lugares, entre eles foram : zurique, berlin  e gottingen. Se formou na Alemanha e suiça, na faculdade de zuricj ate 1862 e depois na de Berlim aonde foi aluno de notaveis nomes da matemática como por exemplo Ernst Kummer ( comtribuiu na geometria), Karl Weierstrass (contribuiu na teoria das funções analíticas e moderna analise matemáticas) e Leopold Keonecker ( contribuiu na teoria dos números, álgebra e continuidade de funções), e Logo após estudo na Universidade de Göttingen.
Em 11872 lecionou alunas na universidade de Halle – Witternberg, mas só obteve titulo de professor em  1879.
Cantor Consolidou a ideia do infinito na matemática, sua teoria gerou muito embates com outros matemáticos, fazendo com que cantor fosse muito contestado em sua pesquisa na época. Lançou a teoria dos números, para depois lançar o estudo dos conjuntos ( numéricos), se aprofundou no estudo do infinito , de forma que pudesse ser usado na matemática, na época de lançamento muitos matemáticos contestaram seu estudo inclusive alguém sempre frizando Leopold kronecker, que havia sido um de seus professores, ele liderava campanha contra sua teoria. Por causa desses afrontamentos, ele foi barrados de círculos académicos, publicações de suas teorias.
Ele acreditava em vários níveis de infinitos, absoluto e intangíveis, porem nenhum desses afrontamentos e perseguisoes fez com que ele parasse de estudar sua teoria, do contrario, esse isolamento por parte das pessoas, só fez com que ele fizesse em seu ”mundinho” trabalhando mais e mais em seu trabalho, apesar de ter sido internado varias vezes por depressões, não houve tempo que o fize se parar seu trabalho.

Os matemáticos sabiam que existiam conjuntos infinitos, porem cantor queria mais do que isso, queria provar que alguns conjuntos infinitos podem ser mais infinito que outros.

”Cantor demonstrou que, embora infinitos, os números racionais podem ser enumerados – ou contados – , assim como os inteiros. Mas os irracionais são ‘mais infinitos’ que os racionais e não podem ser contados. Então, a quantidade de infinitos racionais, valor chamado de ‘alef zero’, é menor que a quantidade de infinitos irracionais, chamada de ‘alef 1′.
Em outras palavras, Cantor nos disse que os números racionais, assim como os inteiros, são, de fato, infinitos, mas são contáveis. Já os irracionais seriam infinitos e incontáveis. E o infinito dos números racionais é menor do que o infinito dos números irracionais.
Cantor conseguiu quantificar e dar uma hierarquia aos níveis de infinito. Por incrível que pareça, apesar de a idéia ser totalmente contra nossa intuição, seu trabalho colocou em bases sólidas a análise de conjuntos, funções e outros elementos que têm caráter contínuo na matemática. A mesma solidez foi dada às ciências, que não sobrevivem hoje sem os cálculos usando números reais.”
( trecho tirado do site http://revistagalileu.globo.com)
Só que isso o fez entrar gradativamente no quadro de depressão profunda,loucura e morte em um hospital pisquiatrico após a descoberta do paradoxo de russel,que levou a um esgotamento nervoso e chegou a pirar.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Georg_Cantor.jpg
( fonte imagem : wikipedia)

#Hi! Tecnologias e internet – Modelo do Criador Facebook

Mark zuckerberg, fundador do facebook , foi reconhecido pela revista “time” como jovem mais rico do ano, 26 aninhos e uma fortuna de US$ 13,5 bilhões, não é pra qualquer um  ,né, ? Porem o que me chamou atenção, alem do brilhante filme, e do livro ( que ainda não tive oportunidade de ler) foi uma reportagem da parte tecnológica da uou , na foi classificado como o mais mal vestido do vale do silicio ( hehehe) , da pra acreditar, ate mal vestido, foi feita uma marca de roupas com nome e estilo dele, segue a baixo um pedaço do artigo :

A revista “Esquire”, em janeiro de 2011, já o havia colocado entre os dez homens mais mal vestidos do mundo. Não é tão espantoso assim que ele tenha ficado no topo entre os  CEOs das empresas de tecnologia.

O “dono do Facebook”, segundo a revista “GQ” supera concorrentes de peso. Em segundo lugar figura Steve jobs, com seu uniforme inconfundível e invariável: camisa preta, calça jeans e tênis. Em terceiro, Bill Gates, sempre com o  modelito estilo PC: sóbrio e de cores nada extravagantes.

Você acha o estilo colegial/básico do Marquinhos tão ruim assim? Está certo, ele não é um  Armani, mas foi capaz inspirar um estilista a criar uma linha de roupas baseada nas suas.

E depois dizem que homem não reparaheim? hehehe, Achei essa matéria muito diferente, vale a pena ser destacada.
Aqui esta o   link para quem que conferi lá:


http://uoltecnologia.blogosfera.uol.com.br/2011/08/04/mark-zuckerberg-e-o-mais-mal-vestido-do-vale-do-silicio-diz-revista/

E no site americano:
http://www.gq.com/style/profiles/201108/worst-dressed-men-silicon-valley-mark-zuckerberg#slide=15